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A Bíblia não tenta sequer provar que Deus existe. Aliás, a única vez em que nela se menciona a existência de Deus é para dizer: «Diz o néscio (o ignorante) no seu coração: não há Deus».
Há no entanto muitas evidências
que apontam para o facto de que existe Deus. Veja três delas a seguir...
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O Universo
Há apenas três opções para explicar a
existência do Universo:
a) Criou-se a si mesmo - o que é
ilógico, uma vez que teria de existir previamente para se criar a si próprio;
nesse caso, já existiria e não precisaria de ser criado!
b) É eterno - o que vai contra todas as
descobertas científicas sobre o Universo. Crer nisso é um autêntico salto no
escuro, uma vez que não há qualquer evidência científica que apoie essa ideia.
c) Um ser eterno, poderoso e não gerado
por alguma outra causa, criou o Universo a partir do nada. A evidência
científica aponta para o facto de o Universo ter vindo à existência a partir do
nada e que isso ocorreu com uma grande velocidade. Esta terceira opção, que
sugere que existe um Criador, é a explicação mais lógica sobre a existência do
Universo.
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Propósito
O Universo foi feito de uma forma intencional, com um desenho que visa um propósito bem definido. Se olhássemos para este simples facto sem preconceitos, assumiríamos com naturalidade a
existência do Ser inteligente que o projectou.
Imagine que, no cimo de um monte, nos deparamos com uma série de pedras colocadas numa posição tal que juntas formam a palavra «AMO-TE». Seria natural concluir que alguém inteligente preparou
intencionalmente aquelas pedras de forma a comunicar esta mensagem a alguém.
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Princípios morais absolutos
A única explicação para a distinção absoluta entre o que é certo e o que é errado é a existência de um agente exterior (Deus) que estabelece o que é certo e errado. Alguns princípios morais são culturais e
relativos, mas muitos são considerados absolutos e indiscutíveis.
Todos vivemos as nossas existências baseados em valores absolutos. Mesmo os que tentam negá-los em teoria provam-no através das suas vidas. Princípios absolutos sobre o certo e o errado levam-nos
a pressupor um padrão ou uma lei exterior ao homem, isto é, levam-nos a
pressupor a existência do Deus que nos deu sensibilidade moral para distinguir,
na vida do dia-a-dia, o que está certo do que está errado.
Estes factos não "provam" a existência de Deus, mas tornam a sua existência como a explicação mais lógica e plausível.
Mesmo que houvesse apenas uma possibilidade muito remota de que Deus exista, deveríamos
procurar saber mais sobre Ele. A nossa vida presente e o nosso futuro eterno
podem depender do que esse Deus tem reservado para nós.
De facto, conhecer a Deus é como conhecer uma pessoa: é preciso ter com Ele um
encontro pessoal...
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